Gatos seres mágicos

O cérebro do gato, de todos os animais é o que tem a mesma perspectiva humana. Ele vê as mesmas cores que nós, ele sente as mesmas emoções que nós. Ele se sente humano! O gato ao contrário do cachorro, se você bater nele, ele vai virar as costas pra você, ele fica magoado igualzinho a você dentro de nós, temos cristal de quartzo, gato tem muito mais cristal de quartzo.

Esse mineral é completamente organizado nas partículas das moléculas e eles se tornam filtros de energias. O gato consegue ver todas as energias que nós só vemos através de meditação e yoga.

O gato te vê, simplesmente, do avesso! O gato adora psicótico, bêbado, crianças, doentes mentais e todos aqueles que, de algum jeito, fugiram aos padrões da realidade.

Pessoas que se identificam só com cachorro, são pessoas de muita autoridade. Pra se gostar de gato, tem que ter uma flexibilidade muito grande e entender que ninguém é de ninguém, entender ainda que o amor é a única coisa que segura o gato perto de você.

O gato morre de depressão quando o dono vai embora. E é tremendamente intuitivo, ele ultrapassou até a intuição do humano. Eles foram queimados com as bruxas na inquisição, porque eles sempre estavam perto de quem trabalhava com o poder da natureza, das ervas. O gato olha pra você, e ele vê com a maior naturalidade, energias, tudo que você sente, tudo que você sente gosta, como você é. O cachorro é mais racional. O gato não precisa ser ensinado; ele olha pra você, lê seu pensamento, e repete, ele entendeu.

Se um gato deita em cima de você, repetidas vezes, num mesmo local do seu corpo, pode fazer um exame, que ali ta faltando energia, ou já está doente.

O gato tem minerais na corrente sanguínea que o torna um reikiano natural. Quando ele deita em cima de você ou em qualquer lugar da casa, ele ta transmutando as energias daquele local, porque ali a energia não está boa.

Você se quiser dormir bem, durma onde o cachorro dorme, aonde o gato dorme é onde a energia não está legal, então ele deita lá, para transmutar essa energia, quando ele sai de lá, a energia está boa.

Se o gato deita em cima do peito da pessoa, na altura do coração, várias vezes, de duas, uma: ou a pessoa guarda muitos ressentimentos e aquela energia do chácra cardíaco não esta muito legal, ou a pessoa já está tendo algum problema cardíaco, e não esta sabendo. Qualquer animal de estimação doente, é reflexo da dona, e tem uma causa psíquica. O animal ou as crianças pequenas da casa, servem de escudo, então as doenças vão pra eles e não para os donos.

A função do gato é ajudar você a transmutar as energias para melhor e por isso, muitas pessoas tem medo dos gatos.

A Igreja Católica matou os gatos na inquisição e o gato tem essa coisa de energia muito forte. O que aconteceu? Veio a peste bubônica, onde os ratos, invadiram toda a Europa, aí tiveram que começar a importar gatos. Ele vê a dona como mãe, e o dono como pai! O cachorro vê o dono como dono, como proprietário! Por isso que o gato, às vezes vira a cara para você, te ignora; você também faz isso! O que o dono sente, o animal reflete!

O gato não tem sete vidas, na verdade, ele tem uma proteção energética muito grande!

Protetores de animais são protetores da vida

Na coluna da semana passada recebi diversas perguntas referentes ao mundo da proteção animal e do voluntariado na causa tão desvalorizada. Muitos ainda me perguntam o por quê de eu lutar por uma causa que não é reconhecida ou por que não lutar pelas crianças e idosos…

Mas quem disse que também não luto por eles?

Porque as pessoas que não são da causa animal tem o costume de nos julgar a ponto de nos chamar de loucos e desocupados?

Será que a louca sou eu que me dedico a ajudar os que sofrem maus-tratos e descaso de uma sociedade egoísta? Será que os loucos não são aqueles que conseguem ser passivos e coniventes com tanta brutalidade que ocorre com os nossos animais?

Será que a desocupada da história sou eu? Pra mim desocupados são aqueles que tem tempo pra ficar julgando e apontando o dedo, mas não se prestam a levantar seus traseiros e fazer a diferença nesse mundo onde a maldade e interesse próprio dominam.

Aqueles que criticam quem se dedica a causa animal, normalmente são os mesmos que apenas sentem pena das crianças e idosos, dão esmolas em sinaleiras (e acham que estão fazendo grande coisa) mas não sabem o verdadeiro sentido da palavra compaixão.

As pessoas precisam aprender o verdadeiro significado da palavra compaixão e assim poderão quem sabe, deixar de ser hipócritas!

Como disse esses dias, geralmente a boca que muito crítica e julga vem acompanhada de mãos que pouco ou nada fazem por um mundo melhor.

Não me envergonho de lutar pelos animais e vou continuar fazendo isso enquanto Deus permitir. Se não gosta faça melhor! Tem muita gente precisando de sua ajuda. Não perca tempo criticando o que eu escolhi pra mim!

Mostra-me a tua fé sem as tuas obras, e eu te mostrarei a minha fé pelas minhas obras. (Tiago 2:18)

Realidade dos protetores de animais

Que mania é essa das pessoas acharem que é obrigação de ONG ou de protetor ajudar o animal que aparece em seu caminho? Em que mundo essas pessoas vivem pra achar que temos altos patrocínios, que governo ajuda, que empresas doam ração sem limites que temos fazendas com milhares de alqueires, e pedreiro que trabalha de voluntário, clínicas veterinárias nos 4 cantos da cidade 24 horas e de graça, que temos cimento, areia, blocos e telhas a disposição gratuita em qualquer depósito.

Que temos uma equipe de empregados. Que não temos família ou amigos, que temos tempo e saúde sem fim pra cuidar 24 horas. Atender ligações de madrugada pra ajudar animal que tá ali, a meio metro de quem está ligando.

Quando orientamos o que fazer, vem a velha e fatídica frase: "Mas eu não tenho condições" ou pior, as vezes são extremamente grosseiros!

Oi???? Oooooi????? Em algum momento entre achar o animal e perder tempo em procurar um telefone de ONG, nesse intervalo você pensou em apenas UMA das coisas que escrevi acima?

Obviamente não... você não quer ajudar, você quer fazer gentileza com o chapéu do outro, isso quando não vemos a máxima: " Mas eu posso ajudar com um pacote de ração" , certamente biriba ou street dog? Um pacote de 10 kg que acha que dura a vida toda?

Se não tem condições, nós também não.

Sabe a diferença entre pessoas de ONG, protetores e essas ligações infundadas?

A gente tira da própria boca pra ajudar, ajuda a conscientizar, a gente perde tempo precioso que poderíamos estar com família e amigos, a gente deixa de ir numa manicure, de cortar ou pintar os cabelos, deixa de ir ao cinema ou comprar um doce que temos vontade, deixa de comprar uma roupa ou sapato novo, deixa de chamar os amigos pra uma pizza em casa, deixa de sair pra curtir um show de um artista querido... Desapego, essa é a diferença!

Esses dias fomos ajudar uns animais de pessoas que alegavam que não tinham condições e sabe o q estava na mão de um deles?  Smartphone... e com internet. E fumando! Quão pobre a pessoa é que não pode sequer levar no veterinário o seu animal que esta doente.

Você pode e deve ajudar, já que assim como você, eu também assalariada e faço sim meus bicos já que meu salário não dá pra ajudar tantos animais que ajudo...

Ficou caro? Faça rifa entre amigos, vaquinha, venda algo nos desapegos da vida...

"Quando a pessoa quer, ela dá um jeito. Quando não quer, ela dá uma desculpa."

Adote uma Pedra

Gente encontrei essa Pedra na rua e resolvi trazer pra casa e disponibilizar pra adoção, porque ela é o mascote ideal para algumas pessoas que querem ter um gato ou cão, mas não querem gastar nada e não ter nenhum compromisso com ele.

A Pedra é ideal pra você que quer ter um gato mas não quer gastar pra telar a sua casa ou apartamento, porque a Pedra não consegue pular o muro. Ela não vai incomodar os vizinhos. Não vai incomodar nem você, porque ela não mia, não late, não chora, não vai morder ou arranhar as coisas na sua casa. Inclusive tudo vai continuar igual você deixou. A Pedra é super educada.

Ela também é fitness, não come e nem bebe água. Então você não precisa gastar com ração de qualidade e nem "economizar" comprando ração a granel ou dando as sobras da sua comida. Ela também não faz xixi e nem o número 2. Ela é super independente e obediente.

A Pedra só tem um probleminha para quem é papa raça, é que eu não sei dizer qual é a raça da Pedra e ela também não é peludinha. Mas compensa em outros quesitos, ela é de pequeno porte, não cresce, não precisa tomar banho, ser tosada, não precisa ser castrada e nem vacinada.

A Pedra também não adoece, não envelhece, portanto não terá doenças crônicas que são características da idade e você não precisa levar no veterinário.

E pra mim o maior bônus de adotar a Pedra é que se você se mudar, casar, engravidar, viajar, cair um meteoro e você se arrepender de ter adotado a Pedra, não importa se for depois de um mês ou daqui 10 anos, você pode colocar ela pra adoção, porque ela é igual seu coração, uma pedra mesmo. Ela não vai sofrer, não vai sentir sua falta, não vai se sentir abandonada, não vai sentir nada. E se tiver difícil de arrumar adotante para a Pedra, pode abandonar ela na primeira esquina, que ninguém vai te criticar por isso. Porque diferente de um cão ou um gato, a Pedra não vai passar fome e nem sede, não vai sentir frio, não vai sentir dor ou ficar doente.

Se alguém colocar veneno, chutar, atropelar a Pedra, não tem problema porque ela não vai sentir nada.

Resumindo, se você não pode ter compromisso emocional, responsabilidade financeira e a paciência para ter um cão ou gato, tenha uma Pedra. Porque gente, ninguém é obrigado a ter um animal em casa, tem gente que não gosta, não tem tempo ou tem outras prioridades e não há nada de errado com isso. O que é errado e é pura maldade, é uma pessoa que diz que ama animais pegar um pra sua responsabilidade e não ter nenhum compromisso com ele. Então coloque a mão na consciência e pense muito antes de adotar e se não tem certeza, não adote. Deixe os cães e gatos para quem realmente tem condições e está disposto a cuidar deles.

Diário de um cão

1ª semana:

- Hoje completei uma semana de vida. Que alegria ter chegado a este mundo!


1º mês:

- Minha mamãe cuida muito bem de mim. É uma mãe exemplar!


2 meses:

- Hoje me separaram de minha mamãe. Ela estava muito inquieta e, com seu olhar, disse-me adeus. Espero que a minha nova “família humana” cuide tão bem de mim como ela o fez.


4 meses:

- Cresci rápido; tudo me chama a atenção. Há várias crianças na casa e para mim são como “irmãozinhos”. Somos muito brincalhões, eles me puxam o rabo e eu os mordo de brincadeira.


5 meses:

- Hoje me deram uma bronca. Minha dona se incomodou porque fiz "pipi" dentro de casa. Mas nunca me haviam ensinado onde deveria fazê-lo. Além do que, durmo no hall de entrada. Não deu para aguentar.


8 meses:

- Sou um cão feliz! Tenho o calor de um lar; sinto-me tão seguro, tão protegido... Acho que a minha família humana me ama e me consente muitas coisas. O pátio é todinho para mim e, às vezes, me excedo, cavando na terra como meus antepassados, os lobos quando escondiam a comida. Nunca me educam. Deve ser correto tudo o que faço!


12 meses:

- Hoje completo um ano. Sou um cão adulto. Meus donos dizem que cresci mais do que eles esperavam. Que orgulho devem ter de mim!!!


13 meses:

- Hoje me acorrentaram e fico quase sem poder movimentar-me até onde tem um raio de sol ou quando quero alguma sombra. Dizem que vão me observar e que sou um ingrato. Não compreendo nada do que está acontecendo.


15 meses:

- Já nada é igual... Moro na varanda. Sinto-me muito só. Minha família já não me quer! Às vezes esquecem que tenho fome e sede. Quando chove, não tenho teto que me abrigue...


16 meses:

- Hoje me desceram da varanda. Estou certo de que minha família me perdoou. Eu fiquei tão contente que pulava com gosto. Meu rabo parecia um ventilador. Além disso, vão levar-me a passear em sua companhia!


Nos direcionamos para a rodovia e, de repente, pararam o automóvel. Abriram a porta e eu desci feliz, pensando que passaríamos nosso dia no campo.


Não compreendo porque fecharam a porta e se foram. "Ouçam, Esperem!", lati... se esqueceram de mim... Corri atrás do carro com todas as minhas forcas. Minha angústia crescia ao perceber que quase perdia o fôlego e eles não paravam. Haviam me esquecido.


17 meses:

- Procurei em vão achar o caminho de volta ao lar. Estou e sinto-me perdido! No meu caminho existem pessoas de bom coração que me olham com tristeza e me dão algum alimento. Eu lhes agradeço com o meu olhar, desde o fundo de minh'alma. Eu gostaria que me adotassem: seria leal como ninguém!


Mas somente dizem: "pobre cãozinho, deve ter se perdido."


18 meses:

- Um dia destes, passei perto de uma escola e vi muitas crianças e jovens como meus "irmãozinhos". Aproximei-me e um grupo deles, rindo, me jogou uma chuva de pedras "para ver quem tinha melhor pontaria". Uma dessas pedras feriu-me o olho e desde então, não enxergo com ele.


19 meses:

- Parece mentira, quando estava mais bonito, tinham compaixão de mim. Já estou muito fraco; meu aspecto mudou. Perdi o meu olho e as pessoas me mostram a vassoura quando pretendo deitar-me numa pequena sombra.


20 meses:

- Quase não posso mover-me! Hoje, ao tentar atravessar a rua por onde passam os carros, um me jogou! Eu estava no lugar seguro chamado "calçada", mas nunca esquecerei o olhar de satisfação do condutor, que até se vangloriou por acertar-me. Quisera que tivesse matado! Mas só me deslocou as cadeiras. A dor é terrível! Minhas patas traseiras não me obedecem e com dificuldade arrastei-me até a relva, na beira do caminho...


Faz dez dias que estou embaixo do sol, da chuva, do frio, sem comer. Já não posso mexer-me. A dor é insuportável! Sinto-me muito mal; fiquei num lugar úmido e parece que até o meu pelo esta caindo...


Algumas pessoas passam e nem me veem; outras dizem: "não chegue perto". Já estou quase inconsciente; mas alguma força estranha me faz abrir os olhos. A doçura de sua voz me fez reagir. "Pobre cãozinho, olha como te deixaram", dizia ... junto com ela estava um senhor de avental branco. Começou a tocar-me e disse:


"Sinto muito senhora, mas este cão já não tem remédio. É melhor que pare de sofrer".


A gentil dama, com as lágrimas rolando pelo rosto, concordou. Como pude, mexi o rabo e olhei-a, agradecendo-lhe que me ajudasse a descansar. Somente senti a picada da injeção e dormi para sempre, pensando em porque tive que nascer se ninguém me queria...


Ajude a abrir a consciência dos ignorantes e, assim, poder acabar com os maus tratos aos animais, especialmente com o problema de cães de rua. O maior dos covardes é aquele que abandona um animal!

Depoimento de uma veterinária

A parte da veterinária que você vê vs. a que você não vê

Você não vê o veterinário chorando por perder um paciente;

Você não vê o veterinário frustrado por não funcionar o tratamento;

Você não vê o veterinário pensando no seu animal antes de dormir e se sentindo aflito;

Você só vê o lado bonito.

Estou cansada de tentar ser forte.

Cansada de ter que lidar com problemas que não me pertencem, de ter que ouvir de proprietário que fulano da família esta doente ou morreu, ou brigou, ou não tem dinheiro, ou não tem tempo.

Estou cansada de atender um problema nitidamente crônico e ouvir "apareceu ontem".

Cansada de querer que façam milagre sem realizar exames.

Cansada de ouvir solicitações de eutanásia por bobagem, sim, pasmem mas já foi solicitada em casos de: "Vou viajar 2 meses e ela não come longe de mim" ou "Não tenho tempo para fazer curativo nessa laceração de pele".

Cansada de querer fazer o melhor, investigar e prescrever o melhor e o tratamento não ser realizado. E o resultado? O animal não melhora e a culpa é minha.

Cansada de muitas vezes não ter recursos.

Cansada de ficar em becos sem saída da profissão.

Cansada de ouvir pessoas sem formação técnica nenhuma se intrometerem em meus tratamentos ou de meus colegas, ou pior, instituírem seus próprios tratamentos por se dizerem "protetoras ou defensoras" da causa animal (aliás são as que mais difamam os veterinários, por sinal)

Cansada de ver doenças que poderiam ser evitadas com prevenção.

Tudo cansa.

A veterinária parece linda: atender gatinhos e cãezinhos fofinhos, saltitantes que lambem você.

A realidade é oposta.

Animais negligenciados, proprietários relapsos, incompreensão.

"É muito caro.", "Deus o livre castrar meu cachorro." ou "Não posso pagar por nada".

"Vamos fazer uma injeção pra morrer."

"Eu vi no google..."

"O cara da agropecuária prescreveu/aplicou..", "Está assim desde ontem".

"Não sei quando tomou vacina... nem vermífugo... não sei qual ração come... não sei.. não sei..". Não sabem nada!

Onde esta a disciplina da faculdade para nos ensinar a lidar com reações humanas?

Para nos orientar sobre como lidar com a negligência dos tutores?

Para nos ensinar a não carregar a dor desses animais que sofrem na mão de pessoas irresponsáveis?

Para aprender a lidar com o sofrimento que vemos dia a dia e que muitas vezes não podemos amenizar? E ainda somos julgados e execrados por isso?

Apenas pensem com responsabilidade antes de adquirir um animal, pensem que eles tem necessidades e que uma hora eles irão sim gerar custos!  Por Dra. Ana Carolina Dias

Você não vê o veterinário chorando por perder um paciente;

Você não vê o veterinário frustrado por não funcionar o tratamento;

Você não vê o veterinário pensando no seu animal antes de dormir e se sentindo aflito;

Você só vê o lado bonito.

Estou cansada de tentar ser forte.

Cansada de ter que lidar com problemas que não me pertencem, de ter que ouvir de proprietário que fulano da família esta doente ou morreu, ou brigou, ou não tem dinheiro, ou não tem tempo.

Estou cansada de atender um problema nitidamente crônico e ouvir "apareceu ontem".

Cansada de querer que façam milagre sem realizar exames.

Cansada de ouvir solicitações de eutanásia por bobagem, sim, pasmem mas já foi solicitada em casos de: "Vou viajar 2 meses e ela não come longe de mim" ou "Não tenho tempo para fazer curativo nessa laceração de pele".

Cansada de querer fazer o melhor, investigar e prescrever o melhor e o tratamento não ser realizado. E o resultado? O animal não melhora e a culpa é minha.

Cansada de muitas vezes não ter recursos.

Cansada de ficar em becos sem saída da profissão.

Cansada de ouvir pessoas sem formação técnica nenhuma se intrometerem em meus tratamentos ou de meus colegas, ou pior, instituírem seus próprios tratamentos por se dizerem "protetoras ou defensoras" da causa animal (aliás são as que mais difamam os veterinários, por sinal)

Cansada de ver doenças que poderiam ser evitadas com prevenção.

Tudo cansa.

A veterinária parece linda: atender gatinhos e cãezinhos fofinhos, saltitantes que lambem você.

A realidade é oposta.

Animais negligenciados, proprietários relapsos, incompreensão.

"É muito caro.", "Deus o livre castrar meu cachorro." ou "Não posso pagar por nada".

"Vamos fazer uma injeção pra morrer."

"Eu vi no google..."

"O cara da agropecuária prescreveu/aplicou..", "Está assim desde ontem".

"Não sei quando tomou vacina... nem vermífugo... não sei qual ração come... não sei.. não sei..". Não sabem nada!

Onde esta a disciplina da faculdade para nos ensinar a lidar com reações humanas?

Para nos orientar sobre como lidar com a negligência dos tutores?

Para nos ensinar a não carregar a dor desses animais que sofrem na mão de pessoas irresponsáveis?

Para aprender a lidar com o sofrimento que vemos dia a dia e que muitas vezes não podemos amenizar? E ainda somos julgados e execrados por isso?

Apenas pensem com responsabilidade antes de adquirir um animal, pensem que eles tem necessidades e que uma hora eles irão sim gerar custos!  Por Dra. Ana Carolina Dias

Jabuti não cura bronquite!

Mitos e a ciência por trás dessa antiga crença

Infelizmente ainda existe muito misticismo por trás da "adoção" de tartarugas para fins terapêuticos, em especial os jabutis que segundo uma crença antiga, podem curar doenças respiratórias de seus donos, principalmente a asma e a bronquite.

Pesquisei, mas não encontrei a causa exata que tenha começado essa crença que ressalto, não é real! Afirmo isso com base nos estudos científicos sobre essa possibilidade, e não desfazendo da sabedoria dos antigos.

Segundo pesquisas médicas (e por experiência própria) muitas doenças respiratórias como a asma e a bronquite, tem suas crises amenizadas com a chegada da adolescência, e em muitos casos tendem a desaparecer totalmente (meu caso por exemplo, já que tenho/tive bronquite).

Essa crença com relação a manter os quelônios debaixo das camas das pessoas para "sugar" a doença, pode ter tido origem em função da erva jabuti ou erva jaboti (acredito que usualmente os dois termos são aceitos), uma planta medicinal de uso alternativo que trata tosse, abscessos, furúnculos, conjuntivites, inchaços, digestão, resfriados, constipação, inflamações do reto e até possíveis enfermidades do coração (existem pesquisas sobre o uso da planta em pacientes cardíacos).

Entendem a necessidade de não descartarmos a sabedoria dos antigos, mas também de repassarmos corretamente as informações?

O uso de uma planta medicinal, algo que imagino que a grande maioria de nós já fez uso, pode ter ocasionado um mal entendido tão grande, que ainda hoje é uma das principais justificavas para o tráfico desses animais e que explica também grande parte dos maus tratos, já que segundo a crença, para obter a cura a tartaruga deve morar debaixo da cama da pessoa como frisei acima.

Não só o misticismo pode ter ajudado a impulsionar esse mercado, como a justificativa de ser um "animal que cura", reforça a aprovação para adoção e compra desses bichos como pets e os levam a condições extremas como a da foto aqui retratada, de um animal que viveu (sofreu) por anos de baixo da cama de seu dono.

Como sabemos, são animais que dão poucos sinais (através de sons e comportamento) com relação a problemas, e por isso são levados a extremos de dor e desconforto, sensações essas que em muitos casos acompanharão o bichinho por toda a vida, causando grande sofrimento a ele, TODOS OS DIAS!

Por fim, meu relato pessoal...

Quando criança, sofri com pneumonia e várias crises pesadas de bronquite. Me tratei sem sucesso por muitos anos até ingressar na prática esportiva onde junto com a chegada da adolescência e as mudanças do meu corpo, nunca mais tive uma crise ou algo parecido.

Não aponto a prática esportiva como cura pois não tenho formação para isso, indico como uma prática saudável, mas descarto totalmente à aquisição de um jabuti como solução de um problema respiratório.

Gostaria de reforçar que não quis falar sobre fé aqui, quis mostrar que idéias erradas causam muito sofrimento,

Elefanta grávida morre após comer abacaxi com explosivos

Uma elefanta grávida não resistiu após comer um abacaxi repleto de explosivos enquanto moradores a alimentavam em Kerala, na Índia. Ela ainda sobreviveu por alguns dias, mas acabou falecendo devido as sequelas deixadas pela explosão enquanto caminhava por um rio em Malappuram.

Segundo testemunhas, a elefanta se aproximou de uma vila em busca de comida e habitantes locais ofereceram propositalmente a fruta com o material inflamável. O guarda florestal Mohan Krishnan investiga o caso e lamenta profundamente que ela tenha se aproximado de seres humanos tão cruéis.

“Ela confiava em todos. Quando o abacaxi explodiu, ela deve ter ficado em choque, não pensando em si mesma, mas em seu bebê que nasceria dali há 20 meses”, disse em uma postagem no Facebook. A explosão dilacerou a boca da elefanta e feriu gravemente sua língua e mandíbula, impedindo-a de se alimentar.

Mesmo sentindo dor e agonia profundas e muito assustada, a elefanta não tentou ferir ninguém ou destruir qualquer coisa da vila. Ela apenas parecia não entender o porquê de tanta maldade. Krishnan afirma que ela era pura e doce. “Foi por isso que eu disse que ela é cheia de bondade”, disse ele.

O guarda afirma que após longos dias de sofrimento ela entrou no rio Velliyar, provavelmente para manter os ferimentos limpos e impedir a presença de insetos. Oficiais trouxeram dois elefantes até a margem para tentar atrai-la para fora do rio, pois todos estavam muito preocupados.

Infelizmente não adiantou. Ali, diante dos guardas e seus companheiros elefantes, ela fechou os olhos para sempre e descansou. Imagens feitas no local mostram um dos elefantes tentando acordá-la, mas em vão. “Ela não nos deixou fazer nada. Ela foi ao rio para morrer”, disse Krishnan.

O corpo da elefanta foi retirada e os guardas realizaram honras fúnebres. “Ela precisa receber a despedida que merece, por isso, nós a levamos para dentro da floresta em um caminhão. Ela ficou deitada lá na lenha, na terra que tocou e cresceu. Ela não estava só”, disse o guarda.

E completa: “Pude sentir sua tristeza, embora a expressão em seu rosto não fosse visível devido à sua máscara. Nós a cremamos em uma pira lá. Curvamo-nos diante dela e prestamos nossos últimos respeitos”, concluiu Krishnan, pedindo respeito e compaixão a todos os seres vivos.

Entre os anos de 2015 e 2019, mais de 500 elefantes foram mortos covardemente na Índia por eletrocussão, atropelamento de trem, caça e envenenamento.

Flagrante de onça com filhotes

A imagem inédita feita em dezembro do ano passado e divulgada apenas agora empolgou todos os envolvidos com o trabalho de preservação e regeneração do Parque das Neblinas, área de seis mil hectares situada entre as cidades paulistas de Mogi das Cruzes e Bertioga. Uma onça surge tranquilamente com seus dois filhotes andando pela mata. Os poucos segundos de passeio dos felinos durante o dia são a prova de que o local tem oferecido as condições ideais para que os animais vivam e se desenvolvam.

Esse registro é uma manifestação inequívoca de que o parque está dando suporte para a reprodução. Ainda não se sabe exatamente quantos indivíduos da espécie circulam pelo lugar, mas há o interesse em se fazer um inventário para chegar a esse número. Antes, porém, o objetivo é determinar a população de antas por ali, que aparecem com frequência. De qualquer forma, já há registros suficientes para mostrar que a área tem uma biodiversidade importante e bem próxima da Grande São Paulo. Para avançar nas informações sobre as populações do lugar, o grupo que administra a área que é particular, afirma que está de portas abertas para os pesquisadores e investidores nesse setor, oferecendo estrutura, segurança e menos obstáculos burocráticos para que os trabalhos sejam realizados.

O Parque das Neblinas cumpre um importante papel na conservação dos recursos naturais da Serra do Mar paulista, contribuindo para a proteção do maior contínuo de Mata Atlântica do Brasil, o Parque Estadual da Serra do Mar e a Serra de Paranapiacaba. O mais importante é reconhecermos o valor dessas áreas florestais próximas às grandes cidades. Além de garantir uma ampla biodiversidade, esses locais também promovem a qualidade de vida do entorno. Elas mostram que são capazes de abrigar diversas espécies, todas vivendo em condições ideais. O monitoramento realizado com dez câmeras espalhadas pela mata existe há pelo menos três anos e, além da onça-parda e seus dois filhotes, já mostrou diversas outras espécies, como uma jaguatirica, um gato-mourisco, diversas cuícas, queixadas (porco-do-mato) e antas. No caso das onças, o registro mostra que o trabalho desenvolvido tem obtido resultados positivos: os animais apresentam um ótimo estado de saúde, o que significa perfeita adaptação ao meio. O próprio processo de reprodução exige uma energia muito grande e as imagens demonstram que os felinos estão em plenas condições.

Com seis mil hectares, sendo mil com florestas de cobertura muito próximas da vegetação original, o parque conserva a bacia do Rio Itatinga e promove pesquisa científica, manejo florestal, educação socioambiental, proteção da biodiversidade, restauração da Mata Atlântica e visitação. São 1.253 espécies da biodiversidade identificadas e 58 pesquisas científicas já realizadas. No lugar, ainda existem 470 nascentes.

Mas, além de belas imagens, o monitoramento também capturou indícios de problemas que precisam de solução.De acordo com o diretor de Sustentabilidade, alguns "javaporcos" já foram flagrados por ali. A preocupação é grande porque essa espécie híbrida e invasora destrói tudo por onde passa, principalmente as nascentes. Além disso, também são uma ameaça a outras espécies e às pessoas que cruzam o seu caminho.

Outras imagens mostram pessoas andando pelo parque em direção a áreas onde existe um plantio de palmeiras juçara, muito visadas comercialmente. O número delas chegou a apresentar queda e, supostamente, dá a entender que as pessoas poderiam estar atrás desse material de forma ilegal. Para responder a isso, a empresa que administra a área já promoveu a semeadura de mais de 7 milhões de sementes da palmeira juçara, que é considerada vital para o equilíbrio da Mata Atlântica.

É valido dizer que em nossa cidade temos uma rica mata fechada, com diversos exemplares de fauna e flora e temos que lutar para preserva-lo.

Ensine seus filhos a respeitar o "seu" meio ambiente

Muito se engana quem pensa que cuidar do meio ambiente é somente lutar por florestas, rios, animais, oceanos, etc. Já parou pra pensar que os cuidados com o meio ambiente deve começar dentro de nós? O primeiro meio ambiente a ser cuidado é nós mesmos, nosso quarto, nossa casa, nossa escola, trabalho, nossa rua e assim se externar para a natureza. Por volta dos cinco anos, as crianças começam a observar com mais clareza e curiosidade o mundo ao seu redor. Passa a fazer perguntas sobre todas as coisas e desenvolve teorias para os fenômenos que vê. A criança deve aprender a conhecer a natureza, preservá-la e apreciar sua beleza. Permita que seu filho cuide sozinho de pequenas plantas e observe o que faz durante essa atividade.

Nesta idade são comuns perguntas como: “Por que o sol se esconde?”, “De onde sai a água?”, “De onde vem meu irmãozinho?”. Explique de forma simples e verdadeira. Caso não saiba a resposta, diga que vai descobrir e depois lhe dizer. E faça isso mesmo. O mais importante é não deixar nenhuma pergunta sem resposta.

1) Coloque um grão de feijão sobre um algodão úmido. Observe durante vários dias junto com ele, para que diga o que acontece.

2) Por que a roupa seca quando o sol esquenta?

Ensine-o a cuidar dos jardins, parques e pátios que você visita com ele. Assim aprenderá a respeitar a natureza e conservar sua beleza.

A criança convive em um meio social que começa com a própria família e a casa. Ensine seu filho a conviver, conhecer e a respeitar o seu ambiente.Pouco a pouco seu filho vai conhecer onde vive e os lugares mais importantes. Faça com que se sinta parte de sua comunidade, participando das atividades do bairro.

A diversidade chama a atenção da criança nesta idade. É importante que você saiba tolerar e compreender essas diferenças, pois assim estará ajudando seu filho a conviver sem preconceitos e a conviver melhor com todos.

Converse com seu filho sobre as diferenças que existem entre as pessoas e que elas devem ser respeitadas. Também é fundamental que ele compreenda que todos têm direitos iguais; independente de características étnicas, religiosas, identidade sexual, faixa etária, nível socioeconômico e cultural.

Fonte: Revista Veja

10 pedidos de um animalzinho ao dono

1 - Minha vida dura apenas uma parte da sua, e qualquer separação de você significa um sofrimento muito grande pra mim. Pense nisso antes de me adotar...

2 - Tenha paciência e me dê um tempo para que eu possa compreender o que você espera de mim. Você também nem sempre entende imediatamente as coisas...

3 - Deposite sua confiança em mim. Pois eu vivo disso e vou sempre lhe ser Fiel...

4 - Nunca guarde rancor de mim. Se eu fizer algo que não lhe agrade, não me bata, não me prenda. Fale comigo! Você tem outros amigos além de mim, seu lazer, seu trabalho, sua família...Mas eu só tenho você!...

5 - Converse comigo. Me dê atenção e carinho. Eu não entendo todas as suas palavras, mas me faz bem ouvir sua voz falando só pra mim....

6 - Preste muita atenção como você, seus amigos e suas visitas me tratam. Eu jamais esqueço...

7 - Também pense, quando você quiser me bater...Eu poderia facilmente morder a mão que me agride e machuca, mas por te amar e respeitar não faço isso...

8 - Se alguma vez você não estiver satisfeito comigo, porque estou de mau-humor, preguiçoso ou desobediente, pense que talvez a minha comida não esteja me fazendo bem, ou que eu esteja muito exposto ao Sol, ou que meu coração esteja um pouco cansado e fraco...

9 - Por favor, tenha compreensão comigo...Quando eu envelhecer não pense em me abandonar para para adotar um cãozinho mais novo e bonitinho. Você também vai envelhecer...

10 - Quando chegar meu último e mais difícil momento, fique comigo. Não diga: "Não posso ver isso". Com sua presença tudo ficará mais fácil para mim. A fidelidade de minha vida deveria compensar este momento de dor...

"A razão de eu amar tanto o meu cachorro é porque quando chego em casa ele é o único no mundo que me trata como seu fosse 'Os Beatles'" (Bill Maher)

Cachorro tem Autismo? Pare para ler!

Os transtornos do espectro do autismo são comuns nos seres humanos. Assim, faz sentido imaginar que o cachorro tem autismo.

Pesquisadores vêm explorando a possibilidade de que cachorro tem autismo desde meados da década de 1960 e embora tenha havido estudos promissores em sintomas de autismo em cães (como este estudo de 2011 , que encontrou semelhanças significativas entre comportamento repetitivo de perseguição de cauda em Bull Terriers e transtornos do espectro do autismo em humanos), não há nenhuma evidência conclusiva ou definitiva de que o cachorro tem autismo.

No entanto, há evidências substanciais de que os cães podem apresentar comportamentos e condições crônicas semelhantes ao autismo em humanos. Por isso, se você perceber comportamentos que fazem você pensar “meu cão é autista?”, vale a pena explorar maneiras de gerenciar a condição.

Quais são os sintomas do autismo do cachorro? Embora não exista um diagnóstico “oficial” para o autismo de cachorros, existem certos comportamentos que podem apontar para uma condição semelhante ao autismo. Sintomas de autismo de cachorro podem incluir:

Comportamentos repetitivos, como perseguir a cauda ou andar em círculos

Angústia em quebrar rotinas normais

Desafios que se adaptam a novas situações

Respostas sensoriais incomuns (como extrema sensibilidade à luz ou carinho)

Ansiedade social e/ou medo ou agressão ao interagir com outros cães ou humanos

Como o autismo do cão é diagnosticado?

Se você notar seu animal exibindo sintomas, é importante agendar uma visita com seu veterinário.

Embora atualmente não exista um “teste de autismo para cães” ou um modo definitivo para diagnosticar o autismo em cães, seu veterinário pode lhe dar informações sobre o que pode estar acontecendo com seu animal de estimação. E, mais importante, ajudá-lo a encontrar maneiras de controlar seus sintomas.

Dê ao seu veterinário um resumo da rotina diária do seu cão e quaisquer sintomas que você possa ter notado. Uma vez que seu veterinário tenha uma visão clara dos diferentes sintomas com os quais seu cão está lutando, ele pode ajudá-lo.

Fonte: Portal do Dog